Fui "ripplada"

Gentem,
Já contei que participo de uma troca de squares no grupo Trama Mágica, né?
Então, por conta disso vivo procurando idéias (e acabo sempre morrendo no bom e velho Granny Square hehehe...).
Numa destas vadiagens caí aqui.
Imediatamente, voltei uns 30 anos no tempo. Quando criança, brincava com uma amiguinha que tinha uma colcha dessas, feita pela avó... Parecia um caleidoscópio.
Eu achava aquilo o máximo... não a colcha mas a avó!!!
Sempre tive uma enorme carência "avosística".
Qdo aterrissei aqui, nesse mundão de meu Deus, 3 deles já tinha partido e minha vózinha Josefa tbm se foi, quando eu tinha 3 anos. Dela, só me lembro dos chinelos e da saia do vestido, rodada, azul e com bolsos enormes. Vai ver que era só o que minha vista de criança alcançava.
Maaaassss, voltando à vaca fria (quer dizer, à colcha), isso naõ me saiu mais da cabeça. O bichinho rippled (ondas, zigzag ou como queiram chamar) me mordeu.
Fui fuçando, pesquisando padrões. Vi o vídeo da Elaine, fiz uma amostra mas as laterais não ficavam retas.
Fuçando mais cheguei aqui (este blog é editado por várias crocheteiras que mostram seus trabalhos, expõem dúvidas) e aqui achei o que procurava: uma receita bacana que eu consegui traduzir (SUCESSO!!!!) e que ficava com as bordas retas, como eu queria.
Mãos à obra. Comecei, desmanchei (errei a sequência)... comecei de novo, desmanchei "traveis". Já estava na 26ª carreira e concluí q não gostava da combinação (muito certinha) de cores,voltei à 3ª carreira.
Agora tá assim:




As puristas dizem que não se deve misturar as cores ao acaso... tem que planejar combinações, repetições... blá, blá, blá. Sugerem até um programinha p/ isso.
Mas, como essa amiga que vos escreve tem uma tendência quase incontrolável à subversão e anarquia :-), não planejei nada!!! Vou metendo a mão no balaio e o que sair já é.
Pshyco? Kitsch? Samba do crioulo doido? Vamos ver no que dá.
Aliás, nem sei o que vai ser isso. Vai depender do T. Pode sair uma manta, uma colcha p/ quarto de hóspedes (que nunca hospeda ninguém) ou ir parar no fundo do baú, inacabado. Vai demorar "bagaraio"!!!!
Vou intercalando com outras coisas, p/ não enjoar. Será uma espécie de "test drive" p/ uma colcha p/ minha cama. Esta sim, será planejada, com um fio legal.
Estou fazendo em linha pq aqui faz muito calor p/ fazer com lã. Em lã, sem dúvida, fica maravilhoso e rende muito mais.
Mas uma dúvida me corrói: terei material suficiente?

Aguardem os próximos e (emocionantes??? entediantes???) capítulos. KKKKKKKKKKKK
bjs,

Casaquinho verde

Muito fofo...
Bjs,






50.000 VISITAS!!!!

Puxa vida, em pouco mais de 4 meses, meu cantinho recebeu 50.000 visitas.
Fiz esse LO básiquinho, ontem à noite, achando que ia demorar uns dias p/ postar...
São 138 dias de criação do blog, o que dá uma média de 360 acessos ao dia. Levando-se em conta que quase não apresento trabalhos feitos por mim é um nº, diria, assustador. rsrsrs...
Devo dizer que está sendo um experiência maravilhosa. Conheci tanta gente bacana, através deste espaço... Não vou citar nomes para não correr o risco de esquecer algum mas, tudo o que posso dizer está aí, no cartão: OBRIGADA, gente!!!!
Bjs,

Curiosidade - Fat-Bottom Bag original


Passeando por aí encontrei esta foto.
São Fat-Bottom Bags, originais, tecidas por sua criadora.
Notem que o modelo é bem pequeno. Na publicação consta como 11" x 7" (aproximadamente 28 x 18 cm) sem as alças.
Bjs

Sotaque mineiro: é ilegal, imoral ou engorda?

Essa é p/ Aninha, que sonha se aposentar e vir morar nas Gerais.
Vai treinando, amiga, vai treinando... rsrsrs...

Por Felipe Peixoto Braga Netto

Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse tanta conta para pagar, tantos processos - oh sina - para analisar, eu fundaria um partido cuja luta seria descobrir as falas de cada região do Brasil.

Cadê os lingüistas deste país? Sinto falta de um tratado geral das sotaques brasileiros. Não há nada que me fascine mais. Como é que as montanhas, matas ou mares influem tanto, e determinam a cadência e a sonoridade das palavras?
É um absurdo. Existem livros sobre tudo; não tem (ou não conheço) um sobre o falar ingênuo deste povo doce. Escritores, ô de casa, cadê vocês? Escrevam sobre isto, se já escreveram me mandem, que espero ansioso.
Um simples "mas" é uma coisa no Rio Grande do Sul. É tudo menos um "mas" nordestino, por exemplo. O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar, sensual e lindo (das mineiras) ficou de fora?

Porque, Deus, que sotaque! Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso? Assino achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.
Mas, se o sotaque desarma, as expressões são um capítulo à parte.
Não vou exagerar, dizendo que a gente não se entende... Mas que é algo delicioso descobrir, aos poucos, as expressões daqui, ah isso é...

Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho (não dizem: pode parar, dizem: "pó parar". Não dizem: onde eu estou?, dizem: "ôndôtô?"). Parece que as palavras, para os mineiros, são como aqueles chatos que pedem carona. Quando você percebe a roubada, prefere deixá-los no caminho.

Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem - lingüisticamente falando - apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não.

Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro - metaforicamente falando, claro - ele é bom de serviço.
Faz sentido...

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: "cê tá boa?"
Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa, é como perguntar a um peixe se ele sabe nadar. Desnecessário.

Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada.
Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: - Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc).

O verbo "mexer", para os mineiros, tem os mais amplos significados.
Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício.

Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: - Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.
Esse "aqui" é outro que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer, olá, me escutem, por favor. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras não dizem "apaixonado por". Dizem, sabe-se lá por que, "apaixonado com". Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: "Ah, eu apaixonei com ele...". Ou: "sou doida com ele" (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas com alguma coisa.

Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de bonitim, fechadim, e por aí vai. Já me acostumei a ouvir: "E aí, vão?".
Traduzo: "E aí, vamos?". Não caia na besteira de esperar um "vamos" completo de uma mineira. Não ouvirá nunca.

Na verdade, o mineiro é o baiano lingüístico. A preguiça chegou aqui e armou rede. O mineiro não pronuncia uma palavra completa nem com uma arma apontada para a cabeça.

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas. Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:
- Eu preciso de ir.

Onde os mineiros arrumaram esse "de", aí no meio, é uma boa pergunta. Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe. Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório. Deixa eu repetir, porque é importante. Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum. Entendam... Você não precisa ir, você "precisa de ir". Você não precisa viajar, você "precisa de viajar". Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará: -
Ah, mãe, eu preciso de ir?

No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um tanto de coisa. O supermercado não estará lotado, ele terá um tanto de gente. Se a fila do caixa não anda, é porque está agarrando lá na frente. Entendeu?
Deus, tenho que explicar tudo. Não vou ficar procurando sinônimo, que diabo.
E não digo mais nada, leitor, você está agarrando meu texto. Agarrar é agarrar, ora!
Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:
- Ai, gente, que dó.

É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras.
Eu aviso que vá se apaixonar na China, que lá está sobrando gente. E não vem caçar confusão pro meu lado.
Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro "caça confusão". Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele "vive caçando confusão".

Para uma mineira falar do meu desempenho sexual, ou dizer que algo é muitíssimo bom (acho que dá na mesma), ela, se for jovem, vai gritar: "Ô, é sem noção". Entendeu, leitora? É sem noção! Você não tem, leitora, idéia do tanto de bom que é. Só não esqueça, por favor, o "Ô" no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?

Ouço a leitora chiar:
- Capaz...
Vocês já ouviram esse "capaz"? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer "tá fácil que eu faça isso", com algumas toneladas de ironia. Gente, ando um péssimo tradutor. Se você propõe a sua namorada um sexo a três (com as amigas dela), provavelmente ouvirá um "capaz..." como resposta. Se, em vingança contra a recusa, você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá: "ô dó dôcê".
Entendeu agora?
Não? Deixa para lá. É parecido com o "nem...". Já ouviu o "nem..."?
Completo ele fica:
- Ah, nem...
O que significa? Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum. Mas de jeito nenhum. Você diz: "Meu amor, cê anima de comer um tropeiro no Mineirão?".
Resposta: "nem..." Ainda não entendeu? Uai, nem é nem.
Leitor, você é meio burrinho ou é impressão?

A propósito, um mineiro não pergunta: "você não vai?". A pergunta, mineiramente falando, seria: "cê não anima de ir"? Tão simples. O resto do Brasil complica tudo. É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem...

Certa vez pedi um exemplo e a interlocutora pensou alto:
- Você quer que eu "dou" um exemplo...
Eu sei, eu sei, a gramática não tolera esses abusos mineiros de conjugação.
Mas que são uma gracinha, ah isso lá são.

Ei, leitor, pára de babar. Que coisa feia. Olha o papel todo molhado. Chega, não conto mais nada. Está bem, está bem, mas se comporte.
Falando em "ei...". As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o "ei" no lugar do "oi". Você liga, e elas atendem lindamente: "eiiii!!!", com muitos pontos de exclamação, a depender da saudade...

Tem tantos outros... O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.

Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. Se você, em conversa, falar:
- Ah, fui lá comprar umas coisas...
- Que' s coisa? - ela retrucará.
Acreditam? O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o que.
Ouvi de uma menina culta um "pelas metade", no lugar de "pela metade". E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará:
- Ele pôs a culpa "ni mim".

A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas... Ontem, uma senhora docemente me consolou: "preocupa não, bobo!". E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras. nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: "não se preocupe", ou algo assim. A fórmula mineira é sintética. e diz tudo.

Até o tchau, em Minas, é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: "tchau pro cê", "tchau pro cês". É útil deixar claro o destinatário do tchau. O tchau, minha filha, é prôcê, não é pra outra entendeu?

Deve haver, por certo, outras expressões... A minha memória (que não ajuda muito) trouxe essas por enquanto. Estou, claro, aberto a sugestões. Como é uma pesquisa empírica, umas voluntárias ajudariam... Exigência: ser mineira.

Conversando com lingüistas, fui informado: é prudente que tenham cabelos pretos, espessos e lisos, aquela pele bem branquinha... Tudo, naturalmente, em nome da ciência. Bem, eu me explico: é que, características à parte, as conformações físicas influem no timbre e som da voz, e eu não posso, em honrados assuntos mineiros, correr o risco de ser inexato, entendem?

Bjs,

Bolo de fubá

Minha querida amiga Sirlene, na brincadeira Tagged, contou o seguinte:
2- Gostaria de passar um mês em Minas Gerais, provando pão de queijo, bolo de fubá com creminho, feijão, couve cortadinha, leitão a pururuca, nham, nham... (isso é, ipsis litteris, o que ela escreveu).
Disse a ela que as portas do meu cafofo estão abertas. Não sou lá muito fã de cozinha mas a mineirada vai adorar implementar esse "regime de engorda". rsrsrs...
Si, leitão pururuca é mto demorado (e perigoso, aquele óleo fervendo) p/ fazer, minha couve nunca fica fininha, meu pão de queijo só serve p/ munição de estilingue mas o feijão sai legal e bolo de fubá... Bom, bolo de fubá eu até faço direitinho.
"Oi p/ cê vê" a porçãozinha que guardei "procê":



Será q dá? KKKKKKKKKKK
Em tempo, é aquela receita do bolo cremoso q já te dei mas não ficou muiiito cremoso pq usei uma assadeira grande.
Então, qdo é q "ocê" vem????
Bjs,
_________________________________________________________________
UPDATE: a pedido da Lidia, estou postando a receita:
3 xícaras (chá) de açúcar
3 ovos
1 colher (sopa) de margarina
2 colheres (sopa) de farinha de trigo (são só 2 mesmo)
1.1/2 xícara (chá) de fubá
1 xícara (chá) de queijo ralado - Minas meia cura (parmesão jamais)
4 xícaras (chá) de leite
1 colher (sopa) de fermento em pó.

Bater bem todos os ingredientes no liquidificador, menos o fermento. Acrescentar o fermento e misturar bem. Assadeira média untada. Forno preaquecido moderado +/- 45 minutos. Cortar depois de frio.
A massa é bem líquida. Feito direitinho não vai ficar com essa cara do meu rsrsrs... Fica em 3 camadas: massa: queijo e pudim.
Bon apetit!!!

Mais fat bag

Terminei mais uma "panderuda".
Essa ficou bem melhor q a preta, né?
Tô aprendendo... tô aprendendo.

Continuo ñ gostando dessas alças revestidas mas, já q ñ tem tu, vai tu mesmo.
Bjs,

Sobre bolsas e afins

Gentemmmm,

Aqui no meu trabalho, tem dias que ñ tenho tempo nem p/ um copo d'água e, noutros, rola uma absoluta falta do q fazer. Nem o telefone toca. Hoje é um desses dias.

Dá um sono... E não dá prá ler um livro, fazer um crochêzinho básico pq, se a chefia pega a gente de bobeira, inventa mil coisas. Tipo arrumar os arquivos em ordem analfabética (é, analfabética, pq tem que desmanchar o q tá feito e fazer de novo), matar o arquivo q já tá morto há 5 anos e, por aí vai...

Nesses dias, o melhor é arranjar uma pilha de documentos mais do que resolvidos, e fazer de conta q se está trabalhando, com um olho na net e outro no chefe.

Mãe de Deus, isso aqui tá virando um manual de vadiagem. KKKKKK

Welllllll, vamos ao motivo deste post. Passeando por aí, achei (ñ me perguntem onde) essa bolsa:






Ñ é "bibitinha"? Já imaginaram em marrom/bege ou bege/cru? (taí, vou dar uma colorizada nela no Photoshop, p/ ver como é q fica).

Deu uma vontade de fazer uma mas ñ faço a menor idéia de como ela é modelada (sou completamente lesada p/ essas coisas). As fotos estão boas mas não detectei aumentos e ela é retinha, portanto ñ é daquele tipo q faz reto e franze qdo prende a alça.

Estou aceitando palpites. Se alguma alma caridosa tiver uma idéia, posta um recadinho, pelamordideus!!!!

Ontem terminei minha 2ª fat. Fico muiiiiito melhor q a preta. Falta fazer uma florzinha p/ enfeitar.

Minha vizinha "agulhas voadoras" (a moça da xerox q já falei aqui) tricotou p/ mim uma peça que será minha Margaret Nicole Cover. Gente, ficou lindo!!!! Ainda não montei porque não tenho a alça.

E, já que estamos falando em bolsas, vou indicar 3 sites:
1º - Intuitif - acompanho o trabalho da designer Liana Barros desde o início, qdo suas peças eram artesanais. Acho que ela já produziu peças mais bonitas mas essa coleção está bem bacana.
2º - La Reina Madre - A designer Denise Barros produz bolsas de tecido, artesanais e exclusivas, simplesmente maravilhosas. Tem também sapatilhas, carteiras, bichinhos e até nossas florzinhas de crochet.
3º - Uma grata surpresa. Recebi um recadinho da Luz Weber que está com um blog novo na praça. Essa moça faz bolsas lindas em crochê, tricô e tecido (adoro bolsas de tecido). Vale uma visita, com certeza.

Outro blog legal é o Maricota. Essa minha conterrânea faz acessórios em feltro, super bacanas, ao estilo dos das meninas portuguesas. Adorei os colares cachecol. Feitos com lã Fricote, são um capítulo à parte.

Bom galera, logo mais (ou amanhã) volto com as fotos da nova fat, do "esqueleto" da Margaret e uma historinha, básica, da minha odisséia em busca das alças perfeitas.

Bj, bj, bj,

Squares

Fiz estes squares para a manta da amizade da Carla.


Como ela mora no Nordeste, preferiu que fossem em linha.
Acho que "errei a mão"... Ficaram meio tortinhos, né? :-)
Mas como a Carlinha é uma crocheteira de mão cheia, creio que ela dará um jeitinho na hora da montagem.
Gente, ainda tenho que bater muiiiiita agulha até poder dizer que sou uma crocheteira.
Mas, eu chego lá. Ah, se chego...
Bjs,

Mãe

"A você
"Mãe jovem,
Mãe velhinha,
Mãe rica ou pobrezinha.
A você,
Mãe solteira,
Mãe sozinha,
Mãe de um ou mãe de muitos,
Mãe do filho que não veio,
Mãe do filho que já se foi.
A você,
Mãe preta,
Mãe branquinha,
Mãe corajosa , que educa seus filhos.
Todos os dias , a todo momento.
Mãe que às vezes ri e que às vezes chora ...
Mãe que às vezes fala e às vezes cala ...
A você,
Mãe que estimamos,
Mãe que desconhecemos,
Mãe do filho que não é seu,
Mãe - Dindinha , Mãe - Titia.
A você,
Princípio de todo amor,
Esta mensagem
Com muito carinho."

Recebi esta mensagem de uma amiga do grupo Trama e me identifiquei muito com ela.
Não recebi a benção de gerar um filho mas exerço a maternidade, todos os dias, sendo mãe dos sobrinhos, afilhados e (porque não?) dos amigos.
Além disso, tive o privilégio de nascer do ventre de uma grande mulher. Guerreira, forte como o junco que se dobra frente às adversidades mas jamais, jamais se quebra.
Agradeço a Deus, todos os dias, pela sua vida, mãezinha. Te amo!!!

Customização com zíper

MATERIAL:
1 blusa de algodão
2 zíperes coloridos, com 40 e 13 cm de comprimento
máquina de costura
tesoura, linha, lápis giz e régua



COMO FAZER:
Corte a gola rente à costura e aplique o zíper a máquina. Trace uma linha reta de 13 cm no sentido vertical a partir da barra da blusa. Corte seguindo o traçado e costure o zíper a máquina. "Para não ficar torto, utilize uma régua e o lápis giz", ensina Augusta Teles, da Service Selet, que customizou esta peça.

COMO USAR:
Combine com calças, shorts e saias sem detalhes no cós para não brigar com o zíper da lateral da blusa. BLUSA Hering (R$ 35), SHORT Madame X (preço sob consulta), SANDÁLIAS Empório Naka (R$ 259,90)

Novidades

Olha quanta coisa bonita e eu NÃO sei tricotar... snif, snif...




Receitas aqui
Mas, tem também umas coisinhas em crochê (não tão belas, infelizmente)



La Panderuda

Gentemmmmmm.
Antes tarde do que nunca, consegui fazer uma fat bag.


Aqui em casa, o povo até que gostou e já tratou de arranjar alguns apelidinhos "carinhosos", tais como: "panderuda", "Juliana Paes" (antes da dieta, claro) e "Sapão". =D

Sinceramente não gostei do resultado. Sou chata, chata, chata e muito autocrítica. Acho que posso fazer melhor.

Fui inventar de fazer do meu jeito e deu nisso. Como comecei antes do providencial vídeo da teacher Elaine (siiimmm, há mais de 1 mês), fui fazendo do meu jeito. Dobrei o nº de corr. iniciais pq achei q ia ficar mto pequena (ficou bocuda), fiz em p.alto, por preguiça e por ñ conseguir acertar o rosa (ficou buraco ao franzir).

Tbm ñ gostei dessas alças. Queria de madeira mas, aqui em "Fim de Mundo City", só achei de bambu e mto grandes. Tbm ñ queria flores de crochê (então, p/ foto, botei este broche que ganhei há uns 2 anos atrás). Falta forrar e botar o botão mas isso vou pedi p/ minha irmã fazer.

Mas, td bem, é fazendo m... q se aduba a vida, né mesmo? KKKKK

Talvez faça outra, seguindo a receita direitinho. Menos o tal HHDC. Ñ consigo, nem por reza brava, fazer esse ponto.

A versão da fat que considero perfeita é essa


Ñ que as "made in Brazil" ñ tenham ficado boas mas vi tantas e tão bem feitas que fica impossível dizer qual a mais bonita.

Aliás, por falar em versão, é interessante ver como cada uma das amigas q faz a bolsa imprime seu jeito e cria, também, sua versão. Isso é mto legal... ñ ficar presa a receitas, gráficos.

Dia desses, fuçando no Flickr achei a indicação desse site que parece ser da criadora dessa bolsa (pelo menos foi o que consegui entender).

Bjs,

2 recadinhos e 1 dica

Recadinho 1:
Dias atrás, uma amiga pediu-me o gráfico do caminho em ponto cruz, do post de 17 de janeiro.
Reeditei o post com o gráfico mas, infelizmente, perdi seu email para enviar mas, como você disse que iria sempre passar por aqui, é só clicar aqui e pegar, ok?

Recadinho 2: Irene Vidal, não tenho as receitas desses vestidos lindos. São de uma loja online. Também adoraria fazer um desses. Vou te visitar em breve. Obrigada.

Agora a dica. É sobre crochê tunisiano (a bolsa da Rose provocou o maior alvoroço... rsrs).
Há muito tempo descobri este site . Tem vídeos ótimos com pontos, desde o básico até os mais elaborados. O senão é que o aúdio é em inglês mas clicando no nome de cada ponto e em "stitch close up" dá para ver a foto antes.
Eu aprendi fazer a correntinha (chain stitch), o ponto de base (tem um nome mas não lembro, em inglês é Basic Forward Pass and Return Row), meia (knit stitch) e palito (simple stitch). Nunca pratiquei mas posso garantir que, para quem só faz crochê, é mais fácil que o tricô.
Tem também vídeos de crochê tradicional mas como nós podemos contar com os da mestra Elaine nem compensa perder tempo.
Vale uma olhada.

Boa noite e bom domingo.
Bjs,

Pretinhos nada básicos

US$395,00

US$480,00




Devagar... devagarinho...

...a manta da amizade vai tomando forma.

Está um pouco tortinha mas espero conseguir ajeitar quando fizer o barrado de acabamento.
Firmei hoje um compromisso comigo mesma de unir, pelo menos, um square por dia.
São 35 ao todo. Se não der chabu (xabú???), termino no final do mês.
Queria experimentar a técnica de blocagem que a Sônia mostra aqui mas está impossível no momento... (aliás, neste exato momento estou cabulando trabalho, olhando p/ uma pilha de documentos e fazendo das tripas coração para não sucumbir ao desejo de jogar tudo pela janela).
Quem sabe quando descobrirem uma fórmula para duplicar as horas ou não precisarmos mais dormir. rsrsrs...
Enquanto isso não acontece, vou seguindo com meu complexo de polvo (ou seria aranha?).
Bjs,


P.S: Alguém aí sabe onde encontro um par de braços sobressalentes p/ comprar (lembram do Professor Pardal?)? :)

Blusa linda

Faz tempo que essa foto circulava pelos grupos de artesanato e nada de receita.


E não é que minha querida amiga Marisa conseguiu os gráficos?



Se alguém se animar a fazer me conta, tá?
Bjs,

Sabor bem brasileiro

Li no site da Elle uma matéria sobre o Dragão Fashion Brasil, evento de moda realizado em Fortaleza, no último mês.

Nesta edição, a proposta era discutir a identidade da moda nacional. Para isso, trabalhos artesanais se misturaram a outros que utilizam materiais high-tech.

Chamou-me a atenção o trabalho da estilista Maranhense Gilvânia Monique, que mistura crochê ao jeans e estampas psicodélicas.

Uma prova do que toda crocheteira já sabe: nem só de toalha de mesa e biquinho de pano de prato vive o crochê.

Leia mais e veja o trabalho de outros estilistas aqui.
Bjs

Trabalhinho novo

Gente,

Tem coisa melhor que feriado? Principalmente depois de um mês "terriver" como foi o de abril p/ mim.

Aproveitei o dia de folga e terminei a capa de almofada.

Até que ficou legal, né?

Essa vai p/ meu quarto, que é o único ambiente aqui de casa que combina com esse ar mais, digamos, romântico. rsrsrs

Ando muito animada estes dias. No melhor estilo um novelo na mão e uma idéia na cabeça. Só espero que as idéias não virem piolho. KKKK

Bjs,
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